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montesclaros.com - Ano 26 - sábado, 4 de abril de 2026

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Jornalismo exercido pela própria população

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Mensagem N°42999
De: César Data: Quinta 29/1/2009 21:28:08
Cidade: Florianópolis, S. Catarina

Faço estas anotações de um ponto qualquer da ilha de Florianópolis, cidade pouca coisa maior do que Montes Claros, mas que no índice de qualidade de vida nos deixa na maior rabeira, em posição de completo vexame. Aqui, saibam todos, vive uma população com qualidade de vida que já alcança os níveis dos países do primeiro mundo. Vou dar um exemplo. Na Lagoa da Conceição, bela, conservada e limpa, o atendimento médico – para qualquer pessoa – não demora mais do que poucos minutos, através do recurso mais indicado – barco ou helicóptero. Os postos de saúde funcionam exemplarmente, com atendimento permanente, profissionais treinados, ar condicionado, numa ilha onde a próxima chuva virá apenas poucas horas depois de cair a última. Várias, muitas vezes por dia. O que também impressiona é a ausência do desfile de autoridades. Existe um só prefeito para toda a ilha, que é muito maior, e muito mais bela do que crê a nossa imaginação. Não há sinal de predação deixada pela última eleição, ou pelas últimas; não existe resquício de propaganda de candidatos aflitos pedindo votos nas paredes, não há qualquer forma de desrespeito ao cidadão. A autoridade dilui-se entre o povo educado, é parte dele; não há vestígio de precedência – é apenas o servidor geral no estrito cumprimento do mandato, um cidadão comum. Muito diferente do que ocorre entre nós, onde prefeitos e quetais – quando não desfilam sua importância, isolam-se na compoteira dourada do poder, desfrutando mais dele do que servindo. Não há dúvida de que a qualidade de vida nesta ilha, que beira o sonho, é mesmo superior aos pontos privilegiados do Chile, o país na América Latina que mais avança em direção a uma duradoura qualidade de vida. As ruas – todas, até em pontos remotos, estão exemplarmente limpas e a chuva várias vezes por dia, especialmente agora no Verão, jamais servirá de pretexto para que os administradores digam que ela, a chuva, é responsável pelo aspecto lunar que domina, por exemplo, esta nossa Montes Claros, que parece ser uma viela sob intenso bombardeiro, há várias meses, sem solução à vista. (Espero depois poder enviar outras notas, que armazenem, ajuntem, esperanças de que virá também para nós um tempo de presságios, não muito distante. Não posso deixar de citar, por fim, e rapidamente, que M. Claros está presente na história desta cidade e desse Estado. No Império, entre 1882 e 1884, a província foi governada por Antônio Gonçalves Chaves, que nasceu na praça da Matriz e que hoje dá o seu nome à Praça. O belo bangalô do Cônego Chaves, seu pai, ficava naquele trecho que se abre em direção ao bairro Todos os Santos, pitoresca construção há muito tempo levada pela voragem que equivocadamente costumamos chamar de progresso).

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Mensagem N°42991
De: Petrônio Braz Data: Quinta 29/1/2009 09:51:14
Cidade: Montes Claros/MG

Crise econômica

Ao podemos negar que o mundo contemporâneo está em crise, por ruptura de equilíbrio entre a intelectualidade e a materialidade. Quando da ocorrência da Revolução Industrial (Século XVIII) nasceu o que se denominou de Capitalismo Selvagem. Hoje a realidade não é muito diferente, embora o trabalhador tenha adquirido direitos trabalhistas antes inexistentes.
A vida contemporânea está materializada. O homem, o ser humano deixou de ser o ponto alto das relações entre o capital e o trabalho. Por outro lado inexistem movimentos de natureza intelectual, objetivando uma mudança pela via da conscientização cultural coletiva, como ocorreu como o Iluminismo, por exemplo, no mesmo Século XVIII, o Século das Luzes. Kant, definindo o Iluminismo afirmou que "o Iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma tutelagem que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutelagem quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento, mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem”.
Verdade que a busca do autocontrole tinha, à época, a procura da liberdade cultural e religiosa. Para que o mundo contemporâneo possa vencer a crime econômica, impõe-se o nascimento de um movimento de natureza intelectual, filosófica, de investigação cuidadosa sobre as causas reais da crise econômica.
A OAB noticiou que “o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, criticou hoje (28) a avalanche de recursos financeiros que os governos dos países, incluindo o Brasil, estão revertendo para as empresas afetadas com a crise econômica internacional, mas sem qualquer preocupação em salvar os empregos de milhares de cidadãos. A crítica foi feita por Britto ao abrir os seminários jurídicos da OAB no Fórum Social Mundial, que acontece em Belém. Britto comentou o relatório divulgado hoje pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que prevê um forte crescimento da pobreza em decorrência da crise. Segundo a OIT, o número de desempregados deve aumentar entre 18 e 30 milhões este ano, podendo chegar a 50 milhões com o agravamento da situação econômica. “Trilhões de dólares estão sendo alimentados para salvar empresas, mas não estão sendo dirigidos para salvar milhares de empregos. Não queremos o capital sem rosto, que mata e não apresenta a sua face”, afirmou Britto, a uma platéia formada por advogados, juristas, estudantes de Direito e representantes de movimentos sociais participantes do Fórum, no Hangar Centro de Convenções. O presidente nacional da OAB defendeu, ainda, a cobrança de compromissos por parte do governo junto às empresas e grupos econômicos que eventualmente forem beneficiados com recursos públicos em decorrência da crise mundial. “Isso porque descobrimos que as empresas que mais receberam dinheiro público nos últimos anos são as que mais demitem agora, quando mais precisamos de garantia de empregos”, afirmou Cezar Britto. “Se o dinheiro é público, ele tem que retornar ao público. Não pode, ao contrário, agravar o social. Todo investimento que o governo possa fazer a fim de ajudar as empresas em crise tem que vir acompanhado da cláusula de retorno social”, acrescentou”.
Na era da globalização, a única referência que está sendo visualizada é o capital.

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Mensagem N°42986
De: Lima Data: Quarta 28/1/2009 20:51:40
Cidade: M. Claros

A notícia no site fala da morte de uma mineira num cruzeiro e dá como causa "infecção de origem obscura". Pois bem, este cruzeiro é o mesmo em que estavam pessoas de Montes Claros.(...)Eles saíram de Belo Horizonte para participar do cruzeiro. Jane desceu em Porto Bello, sentindo-se mal. De lá, seguiu para Camboriú onde foi atendida. Os familiares providenciaram um avião a fim de transferí-la, mas não houve tempo. (...) Jane Botelho era cardíaca e tinha outros problemas de saúde (...)

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Mensagem N°42985
De: Wanderlino Arruda Data: Quarta 28/1/2009 20:40:19
Cidade: M. Claros

CORBINIANO R. AQUINO
Wanderlino Arruda

Foi com tristeza e, ao mesmo tempo, com emoção e alegria, que vi, há alguns anos, o amigo e companheiro Corbiniano R. Aquino, o tão querido Corby, fazer a grande viagem de volta ao Mundo Maior, deixando os familiares e amigos um tanto órfãos de sua presença e bondade, pois consideradas agradáveis e proveitosas todos os pequenos e grandes momentos em que estivemos juntos no trato diário e nos trabalhos e discussões da Academia Montesclarense de Letras. Tristeza, porque, mesmo sabendo-nos não-imortais, nunca esperamos de imediato a ausência dos que nos são mais queridos, principalmente os mais próximos de nosso viver e conviver.
Por mais que saibamos da realidade da morte nunca a aceitamos sem queixas e saudades e, assim, toda ausência definitiva parece nunca vir no tempo certo, tem sempre um tom de antecipação. Emoção e alegria, porque nada melhor e mais gratificante que a sensação de ver concluída tão brilhantemente uma vida e lutas e vitórias, com certeza do dever cumprido, o coroamento do êxito e consolidação de amizades verdadeiras.
Corby foi grande e constante amigo, bom irmão, colega, condiscípulo na escola do trabalho, mestre-professor sensível e determinado de todas as horas. Não passou pela vida simplesmente, porque a viveu no que ela tem de melhor, de mais útil, em seara do esforço incansável de cada dia, sem paradas, sem perguntar a que veio, mas com a sincera disposição de quem sabia o porquê de estar no mundo. A boa hora para Corby era aquele tempo em que podia ser lucrativo em termos de cultura, de conforto, de progresso e evolução para todos que lhe seguiam a trajetória da romagem terrena. Nunca viver bem social, um conjunto de valores isolado, um não vigoroso e efetivo ao egoísmo. O bem de Corby foi que pudessem, sem dúvida, trazer a felicidade ao maior número possível de pessoas. Viver, viver muito, mas acima de tudo, conviver!
Sei que muitas pessoas só conheceram Corby como industrial e comerciante. Sei que muitas só o consideraram como líder classista na ACI, como filantropo na Maçonaria, como orador e conferencista em entidades públicas e escolas. Alguns o conheceram como homem de fino trato, social e sociável, sério e alegre, amigo, acolhedor. Alguns o viram no cultivo da terra, vidrado em plantações, pelo colorido das flores, por tudo que o solo produz, enriquece e embeleza a vida. Mas quanto eu gostaria que os nossos contemporâneos tivessem aproveitado mais de sua inteligência como escritor e poeta, de sua habilidade como desenhista, de sua lógica contundente nos assuntos da sabedoria e do espírito! Foi ele um grande pensador, homem de cultura em todos os aspectos.
Autor dos livros ACONTECEU EM SERRA AZUL e ACONTECEU, dois excelentes romances, muita coisa ainda virá a lume para lhe dar um reconhecimento póstumo. Bom advogado, respeitado químico, redator consciente das exigências da gramática, espero não demorar muito o dia em que Corbiniano seja citado como um dos nossos melhores intelectuais. Na imprevista ideologia da política e dos políticos mineiros, penso que não basta nem satisfaz só o existir, é preciso que haja recompensa. E disso, é claro que um dia Corby virá a ser reconhecido como um grande e notável merecedor.
Ninguém perde por esperar! A justiça tarda, mas não falta.

Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros

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Mensagem N°42978
De: Luiz de Paula Data: Quarta 28/1/2009 15:27:02
Cidade: Montes Claros

(Do livro "Por Cima dos Telhados, Por Baixo dos Arvoredos" - Parte 72)

DE ONDE VEM O EXEMPLO

Lembro-me do petiz vivaz que fui e de quem a desnutrição, os vermes e o impaludismo fizeram o adolescente magro, pálido, enfermiço e introvertido em que me tornei.
Felizmente meu pai era pobre. Ao ser lançado ao mundo, aos 18 anos, para fazer meu lugar na vida, com aquele ar enfermiço, distante e sonhador, que me custou vencer, compreendi que meu caminho era de pedra.
Sem libertar-me, de todo, da esperança daquele sucesso sonhado, as solicitações do dia-a-dia foram me ensinando a preparar-me para merecer uma boa luta. E enquanto morria aquela esperança crescia esta outra, de fazer meu próprio caminho, anônimo e sem glória, embora, mas real, humano, desfrutável.
A partir dos 25 anos, eu, que já lera Emile Coué e Marden, aproximei-me da psicanálise. Li Freud e Jung, cuidei do físico, alimentei-me racionalmente, renovei a mente, adquiri melhor aparência, enquanto, paralelamente, os negócios prosperavam. Aos 40 anos tornara-me a pessoa mais abastada da família. Fiz o curso jurídico, com que sonhara na juventude. E assediado por partidos políticos, elegi-me vice-prefeito de Montes Claros e, posteriormente, deputado federal.
Fui o idealizador e co-fundador do hoje maior grupo têxtil do Brasil, do qual fui presidente por 15 anos, passando a vice-presidente a partir dos 70 anos de idade.
Minha atuação na área têxtil fez-me Industrial do Ano, de Minas Gerais, em 1979, com diploma e comenda da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais. Valorizada, anos mais tarde, por diploma de âmbito nacional, outorgado pela Confederação Nacional da Indústria.
O que a vida me tem dado não chegou a mim por força do acaso. Eu fui buscar. Não com obsessão, não com desespero, nem pisando em quem quer que seja. Mas com trabalho sério, programado, sempre atento às oportunidades, acreditando em Deus e confiando em que chegaria onde eu queria.
Isso não se consegue de um dia para o outro. Nem sem canseiras, desânimos e sofrimentos, durante anos e anos, vivendo dias às vezes pesados e lerdos. Sofre-se muito, chora-se até.
Devo o homem ajustado, de mente arejada, que hoje sou, a ter-me lançado à vida, aos 18 anos, para trabalhar e estudar.
Estas lembranças levam meu pensamento a um passado mais distante. Levam-me a meu pai, chegando aqui, aos 18 anos, vindo da roça, pobre, analfabeto e desconhecido, trazendo por fortuna a calça e a camisa que vestia e sobre o ombro a perna de calça rasgada que trouxera seu farnel de viagem – uma banda de rapadura com que se alimentara na jornada de 4 dias, a pé, do arraial das Contendas à cidade desejada de Montes Claros. Onde, a princípio, trabalhou roçando pastos a foice, a 500 réis por dia. Trabalhando cresceu, ganhou dinheiro, tornou-se conhecido, aprendeu a ler e a escrever sozinho, casou-se em boa família, montou loja, criou uma grande família e deixou para os filhos seu exemplo de honradez e trabalho. Considerando a estaca zero de onde partiu e o trajeto percorrido, ele foi o grande lutador de nossa família.

(continuará, nos próximos dias, até a publicação de todo o livro, que acaba de ser lançado em edição artesanal de apenas 10 volumes. As partes já publicadas podem ser lidas na seção Colunistas - Luiz de Paula)

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Mensagem N°42974
De: Antonio Pacheco Data: Quarta 28/1/2009 13:25:29
Cidade: Frutal/MG

É de se assustar a quantidade de buracos na cidade de Montes Claros. Sou nascido em Moc e atualmente moro no Triângulo mineiro. No fim de ano, estive em Montes Claros e fiquei impresionado com a quantidade de ruas e avenidas esburacadas. Sempre dizem que a culpa é da tão esperada chuva. Só acho estranho que rodei por cidades daqui do Triangulo, interior de São Paulo, Sul e centro-oeste de Minas e a mais esburacada é Montes Claros. Históricamente, nessas regiões que citei, chove mais do que no Norte de Minas, portanto, acho que a chuva não é o "grande vilão" dessa história.

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Mensagem N°42971
De: Raphael Reys Data: Quarta 28/1/2009 10:18:46
Cidade: Moc - Mg  País: Br

O VELÓRIO DE PATÃO

Nem bem começamos o frio mês de julho último, e a cidade consternada chorava a morte do artista plástico e músico Hélio Guedes, o Patão. Há meses que se encontrava em convalescença, de insidiosa enfermidade entre seu lar e a Santa Casa. A residência de sua família era sede dos Estúdios GG, além do seu pai, Godofredo Guedes, ali trabalhavam, ele Patão e Zeca seu irmão. A casa e o estúdio eram visita obrigatória a todos os visitantes que afluíam à nossa cidade em busca de um bom quadro pintado sobre tela. Os amigos e conhecidos não pouparam esforços, visitando-o continuamente, levando-lhe solidariedade, apoio moral, psicológico e religioso ao artista, também oriundo de uma família cristã de músicos, luthiers, pintores, cantores e compositores. Lá se reuniam artistas em geral, marchands e aficionados de aeromodelismo. Com a notícia do falecimento de Patão, os companheiros e conhecidos do artista e da família dirigiram-se ao seu velório, conforme costume geral da terra de Figueira acontecido na área de velórios da Santa Casa. Localizada na rua Irmã Beata, onde, também, se velava uma senhora da sociedade, falecida no mesmo dia. Como os que lá se encontravam eram, na sua maioria os mesmos que por força do conhecimento participariam (o de Patão e da senhora da sociedade) foram chegando, com a característica entrada na sala do velório lançando a olhadinha medrosa e, em seguida, agasalhando-se pelos bancos dos corredores, no jardim do pátio e no caramanchão. À bem da verdade, a família Guedes havia transferido o velório de Patão para o salão nobre do Centro Cultural Hermes de Paula, na Praça da Matriz, local onde o artista houvera feito várias exposições de suas telas. Marise Nunes e o seu marido, o cantor Heitor Nunes estava presentes entre os que participavam do duplo velório. Após a indefectível entrada no salão do velório, tomaram acomodações no caramanchão, onde se encontravam muitos artistas e músicos conhecidos. Heitor iniciou a conversação com os presentes dizendo coloquialmente que o corpo de Patão estava com a aparência muito alterada (ao seu enganoso ver). Outros presentes concordaram e alguns chegaram a atribuir a (a suposta) expressiva alteração, ao tempo de convalescença do de cujus pouco antes do falecimento. Marise abriu comentário adicional em que dava conta do batom muito vermelho passado na boca do falecido (confundiram a senhora velada com Patão). Logo se formou um grupo que defendia a validade do artista estar usando batom vermelho-carmesim. Um artista presente comentou ser até normal, pois se tratava do enterro de um artista excêntrico e que deveria ter feito tal pedido em vida. Logo chegaram mais conhecidos vindos da sala do velório (trocado) e falavam textualmente: Virgem Santa! Como é que Patão ficou feio depois de morto. Outro que participava da rodinha falou: feio e com batom vermelho na boca! Estupefato, ante aquela possibilidade vir a lhe ocorrer Heitor fez a sua esposa Marise Nunes jurar que não passaria batom nele quando chegasse a sua hora de ir para o andar de cima. No debate, foi condenado por alguns o uso do batom, do ruge, pós de arroz e máscara facial. Segundo esses observadores essa prática não era apropriada para defuntos masculinos. O debate tomou corpo ficando o grupo dividido em duas facções. Logo a roda foi aumentando e outros mais contavam sobre as excentricidades de Patão quando vivo, das suas posições reacionárias, como um sempre contestador de sistemas, de governos. Um observador que estava no velório certo (da senhora da sociedade) descobriu o mico que estava sendo cometido e informou à galera que o velório de Patão estava transcorrendo no Centro Cultural. Ai caiu à ficha e a turma, acabrunhada, foi para casa e muitos não marcaram presença, como deviam, ao velório certo!

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Mensagem N°42967
De: Flor de Liz Data: Quarta 28/1/2009 09:01:19
Cidade: Montes Claros

Ontem passando pela av João XXIII, quase me envolvi em um acidente. Vejam voces que uma empresa estava trabalhando com uma grande máquina de lado da avenida, interditanto o trânsito como é o correto fazer, ocorre que a sinalização da interdição se dava exatamente no local da obra, foram colocados apenas alguns cones numa distancia de 3 a 4 metros de onde estava acontecendo a obra., motoristas que trafegavam sentido centro so paravam em cima da obra,com poucas chances de frenagem segura. Fica aqui minha crítica à empresa que realizava a obra.Sugiro que seja melhor sinalizado o local pois se co tinuar daquela forma haverá acidentes ali.

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Mensagem N°42953
De: Portal UAI Data: Terça 27/1/2009 11:54:28
Cidade: Belo Horizonte/MG

Cidades mineiras rezam por José Alencar - Luiz Ribeiro - Estado de Minas Em duas cidades mineiras, moradores acompanham com a atenção o estado de saúde do vice-presidente da República José Alencar, fazendo orações pela sua recuperação: Caratinga (Zona da Mata) e Montes Claros (Norte de Minas). Na primeira, Alencar abriu o seu primeiro negócio, uma loja de roupas e armarinhos. A segunda foi o berço do Grupo Coteminas (fundado pelo vice-presidente), que hoje gera mais de 3 mil empregos na cidade.O vice-presidente continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde se recupera da cirurgia de mais de 17 horas, realizada domingo, para retirada de tumores abdominais. Segundo o último boletim médico, o seu quadro é estável. Nesta terça-feira, ele deverá receber a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Aqui na cidade, estamos concentrados, fazendo uma corrente de oração pelo José Alencar. Rezar é a maior coisa que podemos fazer por ele neste momento", disse o empresário Wantuil Teixeira de Paula, de 79 anos, cunhado de Alencar. Ele disse que, além de parentes, o vice-presidente tem muitos amigos na cidade, que estão torcendo por sua recuperação.Em Montes Claros, o estado de saúde do vice-presidente da República é acompanhado atentamente pelo empresário Luiz de Paula Ferreira, sócio e amigo de José Alencar há mais de 40 anos. Juntos, eles fundaram a Coteminas em 1965. "O ‘Zé’ é um irmão prá mim. Recebi o boletim médico de hoje (segunda-feira) à tarde, que mostra que o seu quadro é estável. Acho que ele está reagindo positivamente", disse Luiz de Paula.

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