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montesclaros.com - Ano 26 - sábado, 31 de janeiro de 2026

Canetas emagrecedoras: "A ação foi desencadeada em M. Claros (...) e resultou na prisão em flagrante de uma mulher de 40 anos..."

Terça 16/12/25 - 11h

10h59m, terça-feira, da Polícia Civil:

PCMG deflagra operação Black Pen contra comércio de canetas emagrecedoras

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta terça-feira (16/12), a operação Black Pen, com foco no combate ao comércio irregular de canetas e ampolas emagrecedoras sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A ação foi desencadeada em Montes Claros, no Norte do estado, e resultou na prisão em flagrante de uma mulher de 40 anos e na apreensão de nove ampolas de medicamentos proibidos.

Ao todo, quatro mandados de busca foram executados. No local onde os remédios foram localizados, uma residência no bairro Jardim Primavera, a suspeita confessou à polícia que os comercializava.

Na casa, também foram apreendidos celulares, que serão submetidos à perícia e devem contribuir para o avanço das investigações e identificação de outros envolvidos.

Segundo o delegado Cézar Salgueiro, responsável pelo caso, a prática representa risco direto à saúde pública.

“A venda irregular desses medicamentos pode causar sérios danos à saúde, especialmente quando utilizados sem prescrição médica e controle sanitário”, alertou.

Black Pen

As chamadas canetas emagrecedoras, como os medicamentos agonistas de GLP-1, são de uso controlado e indicadas para tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, exigindo prescrição e acompanhamento médico.

A importação e comercialização sem registro na Anvisa são proibidas.

A suspeita foi autuada em flagrante pelo crime previsto no artigo 273, §1º-B, inciso I, do Código Penal.

As investigações seguem em andamento.

***

11h41m, terça-feira, do jornal O Tempo, de BH:

Operação Black Pen: Polícia Civil combate venda irregular de canetas emagrecedoras em Montes Claros

Ao todo, quatro mandados de busca foram executados. No local onde os remédios foram localizados, uma residência no bairro Jardim Primavera, a suspeita confessou à polícia que os comercializava

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta terça-feira (16/12), a operação Black Pen, com foco no combate ao comércio irregular de canetas e ampolas emagrecedoras sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A ação foi desencadeada em Montes Claros, no Norte do estado, e resultou na prisão em flagrante de uma mulher de 40 anos e na apreensão de nove ampolas de medicamentos proibidos.

Ao todo, quatro mandados de busca foram executados. No local onde os remédios foram localizados, uma residência no bairro Jardim Primavera, a suspeita confessou à polícia que os comercializava.

Na casa, também foram apreendidos celulares, que serão submetidos à perícia e devem contribuir para o avanço das investigações e identificação de outros envolvidos. Segundo o delegado Cézar Salgueiro, responsável pelo caso, a prática representa risco direto à saúde pública.

“A venda irregular desses medicamentos pode causar sérios danos à saúde, especialmente quando utilizados sem prescrição médica e controle sanitário”, alertou.

Black Pen As chamadas canetas emagrecedoras, como os medicamentos agonistas de GLP-1, são de uso controlado e indicadas para tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, exigindo prescrição e acompanhamento médico.

A importação e comercialização sem registro na Anvisa são proibidas.

A suspeita foi autuada em flagrante pelo crime previsto no artigo 273, §1º-B, inciso I, do Código Penal.

As investigações seguem em andamento.

***

19h29m, terça-feira, do jornal Estado de Minas, de BH:

MG: mulher é presa em ação contra venda irregular de canetas emagrecedoras

Polícia Civil cumpriu quatro mandados de busca em Montes Claros, no Norte do estado.

Suspeita de 40 anos admitiu que comercializava os medicamentos proibidos
Laura Scardua

Uma mulher, de 40 anos, foi presa em flagrante em operação de combate ao comércio irregular de canetas e ampolas emagrecedoras sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ação, denominada Black Pen, foi realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), nesta terça-feira (16/12), em Montes Claros, no Norte do estado.

Com a suspeita foram apreendidas nove ampolas de medicamentos proibidos. À polícia, a mulher confessou que comercializava os produtos.

De acordo com a PCMG, ela foi autuada em flagrante pelo crime previsto no Artigo 273, §1º-B, inciso I, do Código Penal, que prevê pena de reclusão e multa para quem “importa, vende, expõe à venda, tem em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribui ou entrega a consumo” de um produto “sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente.” A reclusão prevista é de 10 a 15 anos, além de multa.

Na casa, localizada no Bairro Jardim Primavera, também foram apreendidos celulares, que serão submetidos à perícia e devem contribuir para o avanço das investigações e identificação de outros possíveis envolvidos, segundo a PCMG.

“A venda irregular desses medicamentos pode causar sérios danos à saúde, especialmente quando utilizados sem prescrição médica e controle sanitário”, afirma o delegado Cézar Salgueiro, responsável pelo caso. Ao todo, quatro mandados de busca foram executados.

Resoluções da Anvisa
A Anvisa publicou resoluções que proíbem a fabricação, distribuição, importação, comercialização, propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP-1, conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras. “São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil”, explica o órgão.

Até o momento, as resoluções publicadas se aplicam aos produtos T.G. 5 (RE 4.030) ; Lipoless (RE 3.676); Lipoless Eticos (RE 4.641), Tirzazep Royal Pharmaceuticals (RE 4.641) e T.G. Indufar (RE 4.641).

“Medicamentos sem registro no Brasil só podem ser importados de forma excepcional e para uso exclusivamente pessoal, mediante prescrição médica e o cumprimento de requisitos adicionais. Porém, nos casos em que a Anvisa publica proibição específica, a importação, por qualquer modalidade, também fica suspensa”, informa a agência.

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